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Ricardo Franzin (Redator-chefe da Revista ROCK BRIGADE)

GENIALIDADE PLAUSÍVEL

Este segundo volume de Roko-Loko e Adrina-Lina chega asseverado pelo sucesso arrebatador do primeiro. Sucesso este que se notabilizou por ser tão expressivo entre o público quanto entre a mídia e a crítica especializadas. Com sua primeira edição quase totalmente esgotada, o volume de estréia desta série arrebanhou resenhas altamente favoráveis em incontáveis publicações - setorizadas ou não - e ainda abocanhou o prêmio Ângelo Agostini de "Melhor Lançamento de 2003". Isso para não contar que o próprio Márcio Baraldi levou o prêmio de "Melhor Cartunista de 2003" na mesma premiação.

Isso tudo torna praticamente infalível a previsão de que temos em mãos mais um título de sucesso envolvendo o Roko-Loko e Adrina-Lina, personagens criados pelo Márcio especialmente para a Rock Brigade e que, como se vê, já começam a romper as "barreiras" da revista. Nessa nova série de histórias, Roko e Adrina já têm suas principais características de temperamento marcadas indelevelmente: o primeiro, um rockeiro ingênuo, boa gente e deslumbrado, ainda que se ache o malandro espertalhão; a segunda, igualmente boa gente e deslumbrada, mas com um quê de amor excessivo pelo rock"n"roll - especialmente pelos artistas que o fizeram (e fazem) imortal.

A partir dessas idiossincrasias aparentemente simplórias de seus - nossos - dois heróis, Márcio constrói um mosaico hilariante de situações absurdamente familiares. Porque, embora muitas delas estejam sem dúvida intimamente ligadas ao mundo rockeiro, nunca se tornam demasiadamente herméticas para que o leigo não consiga se identificar. Aí reside a genialidade do autor e é a provável e mais plausível explicação para o já citado enorme sucesso do primeiro volume - e, certamente, o deste segundo. Ah, claro, e é também por isso que não consigo deixar de me sentir honrado por ser, vez ou outra, personagem coadjuvante dessas historietas, não raro contracenando com o próprio Roko-Loko. E, para encerrarmos com o velho chavão, que venham o terceiro, o quarto, o quinto, o sexto volumes...
 


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